Além de stand up paddle, o microempreendedor também ministra aulas de ioga no mar - Foto: Divulgação

Instrutor de ‘stand up paddle’ formaliza negócio como MEI

20/01/2016 às 15:45
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Cleonildo Mello

Natal - A prática do stand up paddle - a modalidade de surfe em que o praticante fica em pé num pranchão e usa remos para se mover na água – ganha mais adeptos durante o verão. E foi justamente no período de alta estação e de maior procurar pela atividade que Paulo Henrique Correia Gomes decidiu que era a hora de formalizar o negócio que já mantinha há quase 12 meses. Na semana passada, ele procurou o Sebrae no Rio Grande do Norte e registrou como Microempreendedor Individual (MEI) a empresa Mar Infinito, uma escolinha de stand up paddle, surfe e natação e aluguel de pranchas em Ponta Negra.

“Decidi pela formalização como MEI por proporcionar mais segurança para meu negócio e, principalmente, para mim e minha família. Como microempreendedor, tenho a cobertura previdenciária que já tive no passado”, justifica o instrutor, que, antes de entrar nesse ramo, atuava embarcado como marinheiro. Há oito anos, Paulinho, como é mais conhecido na praia de Ponta Negra, mudou de ramo e viu que podia fazer seus próprios caminhos.

Em vez de trabalhar embarcado, passou a pilotar lanchas que faziam passeios turísticos na praia que é um dos principais cartões postais da capital potiguar. A habilidade com o mar era antiga, da época de surfe, e foi responsável pela entrada do empreendedor na área de stand up paddle. Em 2013, de forma pioneira, começou a dar aulas dessa modalidade no negócio que um amigo baiano decidira implantar no local.

“Ele estava com dois pranchões e queria começar um negócio com esse novo esporte, que traz muitos benefícios, inclusive para quem pratica como atividade física. Despertamos interesse. Foi aparecendo uma clientela, começamos a dar aulas e a coisa se consolidou”, conta o empreendedor. Nesse período, ele juntou dinheiro e decidiu que já era tempo de ser patrão. Foi assim, que surgiu a Mar Infinito, uma das principais escolinhas do esporte em Ponta Negra e que também oferece aulas de ioga na praia.

“Como muitos já me conheciam do período que era instrutor, alguns clientes passaram a me procurar. Além disso, havia indicações das minhas aulas para turistas”, explica. Hoje, a empresa mantém uma carteira regular que gira em torno de 500 alunos, obrigando o instrutor a ter uma rotina diária de acordar às 5h e só encerrar as atividades por volta das 18h. O esforço, no entanto, compensa. Essa clientela proporciona uma renda mensal média que varia entre R$ 3 mil e R$ 5 mil.

E os planos não param. A meta de Paulo Henrique é abrir uma guardaria em Ponta Negra nos moldes das existentes no Havaí. “Penso sempre em expandir. Hoje, muitos dos meus alunos não têm um local adequado para guardar os equipamentos aqui, em Ponta Negra. Além dessa guardaria, quero abrir também uma loja de pranchas”, conjectura o empreendedor.  Para formar novos instrutores, Paulo Henrique também se capacitou e fez curso que o habilita a qualificar outros profissionais. “Acho importante transmitir e ensinar o que sei a outras pessoas”.




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