A instalação de unidades fabris gerou 1,2 mil novos postos de trabalho Foto:Moraes Neto

Programa Pró-Sertão possibilita a criação de 1,2 mil empregos

27/11/2014 às 10:31
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Nathalia Aires

Natal - Após um ano de implantação, o Programa de Industrialização do Interior (Pró-Sertão) já acumula um bom resultado de metas alcançadas, com a geração de 47 novas pequenas fábricas de costura – mais conhecidas como facções – e aproximadamente 1200 novos postos de trabalho. Para motivar empresários e potenciais empreendedores da região Seridó e Oeste a investir no segmento, o Sebrae no Rio Grande do Norte realizará, nesta quarta-feira (26), no município de Parelhas, o II Seminário Técnico do Pró-Sertão.

A programação do evento inclui palestra sobre o projeto, apresentação do plano de negócios, de regras e normas para se implementar uma facção de costura e um plantão de atendimento aos empresários, a ser realizado pelo Sebrae em conjunto com a Fiern, Senai, SESI, Guararapes e bancos. Donos de facções já implantadas também terão um espaço para apresentar suas experiências e esclarecer dúvidas dos interessados no setor.

O programa Pró-Sertão é uma parceria entre Sebrae, Senai, SESI, Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern) e o Governo do Estado, que em conjunto oferecem orientação empresarial para abertura de empresas e licenciamento ambiental; capacitação em costura e qualificação de mão de obra; além de saúde e segurança do trabalho. Após a abertura da empresa, o Sebrae também incentiva empreendedor por meio do programa Sebraetec, que promove o acesso subsidiado a serviços em inovação, tecnologia e gestão empresarial. 

No Rio Grande do Norte, as 47 unidades produtoras de costura criadas em decorrência do Pró-Sertão auxiliam na produção de 350 mil peças por mês, e atendem a empresas como Hering e Guararapes – detentora da rede de lojas Riachuelo. Até o final do ano, serão 50 novas facções criadas no estado desde o lançamento do programa, movimentando a economia de municípios do interior e auxiliando na geração de emprego de pequenas cidades.

“Hoje, o funcionamento de grandes grupos do segmento têxtil, como a Zara, funciona 100% por meio de facções. No Rio Grande do Norte, essa é uma grande oportunidade de negócios para as pequenas empresas, além desenvolver a cadeia de valor das grandes redes por meio da responsabilidade social”, analisa a gestora do projeto Confecções do Sebrae no Rio Grande do Norte, Verônica Melo.

Leia mais: Agência Sebrae de Notícias

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